Um novo momento para os jovens da ilha de São Luís está surgindo com a nova identidade do Instituto Jovens do Futuro, instituição criada pelo ex-vereador Ribeiro Neto e que daqui a poucos dias assume vaga na Câmara Federal, na licença de Marreca Filho.
Para o ex vereador Ribeiro Neto, os institutos sociais são cruciais porque promovem a ordem social e a coesão, ensinando normas e valores que regulam o comportamento humano. Eles atuam na socialização, garantindo que os indivíduos aprendam a viver em sociedade através de instituições como família, escola e Estado. Adicionalmente, o instituto jovens do futuro desempenha função essencial como a garantia de direitos, a representação democrática, o desenvolvimento econômico e a promoção do bem-estar social, muitas vezes complementando ou pressionando o papel do Estado, especialmente em áreas como saúde, educação e combate à pobreza.
OBJETIVOS DO INSTITUTO COM JUSTIÇA SOCIAL
Atuar com coesão social e regulação multidisciplinar.
Orientar,realizar e atuar como "guias" para o comportamento,estabelecendo regras e expectativas que tornam a vida social mais previsível e menos agressiva.
Promovem o respeito entre os indivíduos por meio da socialização e da transmissão de normas morais.
Instituto Jovens do Futuro promovendo a Socialização e a educação social
De acordo com o ex-vereador de São Luís,as instituições sociais são as primeiras entidades onde aprendemos a viver em sociedade, como a família, a escola e a igreja, transmitindo valores e habilidades sociais desde cedo.
Preparam os indivíduos para a vida adulta e profissional, como no caso das escolas que ensinam normas e hierarquias, e dos institutos federais que oferecem qualificação profissional.
Funções políticas e institucionais da entidade:
Garantem a democracia ao permitir que a população se faça representar e asseguram princípios constitucionais.
O Estado, como instituição social, é responsável pela segurança, pelo crescimento econômico e pela eficiência do país.
Desenvolvimento e bem-estar social do instituto
Muitas vezes, atuam para suprir necessidades não atendidas pelo Estado, como no caso de projetos sociais que combatem a fome, a pobreza e a exclusão, buscando minimizar o sofrimento de comunidades vulneráveis.
Contribuem para o desenvolvimento econômico ao oferecer capacitação profissional e apoio ao empreendedorismo.
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